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Com: Diego
Diego
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    Xanxerê já registra mais de 200 focos do mosquito Aedes Aegypti

    Qui, 14 de Março de 2019, 07h33min

    Moradores de Xanxerê devem permanecer em alerta quanto à proliferação do mosquito transmissor da dengue, febre chikungunya e zika vírus, de acordo com a coordenadoria do combate à dengue da Gerência Regional de Saúde (Gersa). Isso porque neste ano já foram confirmados 235 focos do mosquito na cidade, número parecido com o mesmo período do ano passado, quando foram identificados 279 focos. O resultado mantém o município na lista da Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive/SC) como infestado pelo mosquito Aedes aegypti.


    Em fevereiro foi confirmado o primeiro caso importado de dengue em Xanxerê. Segundo a Gersa, um xanxerense de 34 anos viajou para Minas Gerais com amigos no final de janeiro e adquiriu a doença lá. De acordo com a coordenadora da zoonose da Gerência da Saúde e supervisora do programa da dengue na região de Xanxerê, Elizandra Schoenardie, atualmente não há casos suspeitos da doença. Na região, recentemente 14 casos foram identificados como suspeitos, alguns não foram confirmados e de outros ainda é aguardado o resultado.


    - No verão é o período que tem maior número de proliferação de mosquitos, porque eles conseguem se desenvolver melhor com as temperaturas mais altas. Além disso, tem também a questão das chuvas, temos tido um grande volume de chuva e isso colabora para que tenham os recipientes com água para o desenvolvimento deles – explica Elizandra.


    Um Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) está sendo realizado em Xanxerê e em outros sete municípios da região - considerados infestados - para apurar como está a situação em cada município e os resultados serão encaminhados para a Dive. Essa apuração é realizada duas vezes por ano, no início e no final do verão.


    - Estamos percebendo pelo grande volume de coletas que estão vindo para o laboratório que tem aumentado bastante as coletas e provavelmente esse levantamento de índices vai apontar um número bastante alto em alguns desses municípios – disse a coordenadora.


    Xanxerê pode estar entre essas cidades. Caso seja confirmado depois das análises colhidas pela LIRa, significa que corre mais risco de transmissão da doença se o vírus circular por aqui.


    Atenção não diminui com a chegada do frio
    Com a chegada do inverno os focos devem diminuir, visto que nesse período os mosquitos tendem a viver por menos tempo, não chegando à vida adulta – aproximadamente 40 dias. O que não é motivo para ficar desatento, segundo a coordenadora, uma vez que os ovos do Aedes aegypti mantém-se de um verão para o outro. Além disso, o aumento de casos em regiões próximas também deixa o Oeste em alerta.


    - Temos ainda uma probabilidade grande de ter casos em nossa região, visto que na região Sudeste está tendo um grande número de casos de dengue e também no Paraná já tem um aumento considerável. Então, para ter uma pessoa que viaja e venha para cá com a doença não é difícil, por isso cada vez mais a população tem que se conscientizar que tem que cuidar dos seus imóveis. Não adianta ficar só contando com a sorte ou que alguém chegue na residência para virar os recipientes. Cada um tem que fazer a sua parte – finaliza Elizandra.


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