Deixa Rolar

Com: Diego
Diego
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    Morte de bebê por falta de gasolina na ambulância do Samu pode levar a júri popular

    Qui, 06 de Dezembro de 2018, 05h54min

    O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) denunciou dez pessoas na Comarca de Mafra, sendo nove por homicídio qualificado por motivo torpe, com dolo eventual. O Ministério Público requer na ação, além da condenação dos denunciados, a indenização pela morte da menina Heloísa Martins Lisboa que tinha um ano e 20 dias quando morreu porque não havia combustível na ambulância do Samu para fazer a transferência de Mafra para o Hospital Infantil de Joinville.


    O Ministério Público de Santa Catarina apresentou à Justiça denúncia contra sete diretores (cinco deles médicos) e dois médicos socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) catarinense, além de uma médica plantonista do SAMU pela morte da menina, causada pelo atraso no atendimento em função da falta de combustível para a ambulância.


    A Polícia Civil já havia indiciado a todos por homicídio culposo, mas o Ministério Público entendeu que as provas produzidas durante a investigação apontavam para o dolo eventual, sujeitando os denunciados a uma pena que varia de 12 a 30 anos de prisão.


    Na denúncia, o Promotor de Justiça, Rodrigo César Barbosa, relata que, na madrugada dia 7 de junho de 2017, a paciente deu entrada no Hospital São Vicente de Paulo, em Mafra, com quadro de broncopneumonia com necessidade de internação. Na noite seguinte, o quadro clínico da criança se agravou e, na manhã do dia 8 de junho, foi confirmado que havia uma vaga em UTI no Hospital Infantil Jeser Amarante Faria, em Joinville.


    Às 10 horas do mesmo dia, foi feito o primeiro contato com o SAMU para viabilizar a transferência do paciente. A viatura, no entanto, não foi disponibilizada por estar sem combustível. O pai da menina, Alexandro Lisboa, tentou pagar o abastecimento do veículo, mas as autoridades do SAMU não permitiram que isso fosse realizado por terceiros.


    Às 17 horas, o quadro clínico agravou-se ainda mais, e Heloísa precisou ser entubada e de ventilação mecânica. Somente às 23h30, foi iniciado o deslocamento da vítima, mas ainda sem combustível para chegar a Joinville. Então, foi feito transbordo (transferência para outra ambulância) em um posto de combustível na cidade de Rio Negrinho.


    A ação durou cerca de uma hora, e só então a ambulância seguiu para o Hospital de Joinville, onde chegou por volta das 2h40 do dia 9 de junho. Em Joinville, pouco depois das 12h30 do dia 10 de junho,  a menina faleceu após sofrer três paradas cardíacas.


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